segunda-feira, 4 de julho de 2016

City tour em Montevideo

Hoje foi dia de desacelerar e conhecer a capital do Uruguai. Começamos por um passeio a pé pela cidade velha, fomos primeiro até a Praça da Independência onde vimos o Palácio Salvo, o Teatro Solis e La Puerta de la Ciudadela. Caminhamos mais um pouco e chegamos na belíssima Igreja Matriz. Meu Deus que Igreja rica e linda!!!! Fiquei maravilhada com os detalhes!!!


Palácio Salvo

La Puerta de la Ciudadela



Infelizmente, não conseguimos fazer a visita guiada no Teatro Solis porque o teatro não abre nas segundas-feiras.

Como ainda era cedo para ir ao mercado del puerto, demos um tempo ali no comércio local e acabamos caindo, por acaso, no museu postal. Era grátis e não tinha nada demais mas foi engraçado ver que, até aqui, os correios estão presentes na minha vida.

Seguimos sentido ao porto de Montevideo e logo chegamos ao Mercado del Puerto. Lá conhecemos o churrasco ao vivo e comemos o famoso brasero. Tava tudo bem gostoso, ganhamos até algumas taças de Medio y Medio grátis. Esta é uma bebida típica aqui que mistura espumante e vinho branco. Bem gostosinho!!!





Voltamos para o hotel a pé e, no caminho, paramos em várias lojas e exposições de artesanato para conhecer. Tem muita coisa legal mas eu to achando tudo muito caro aqui!

Descansamos um pouco no hotel e logo saímos para conhecer o Famoso Parque Rodó. O parque a gente não achou nada demais... Tava bem vazio e eu achei tudo muito simples. Em termos de parque ele tava na categoria praça meio ajeitadinha....





Saindo dali fomos ao Faro de Punta Barra. Por 25 pesos subimos muuuiiittttooooossss degraus até o farol e de lá pudemos ver o pôr do sol!!!! Gente q lugar lindo! O pôr do sol aqui é irado!!! Tava muito frio.... Vimos parte do show de dentro do carro pra aliviar o vento gelado de cortar!!!!


O farol é bem bonito por fora mas subir custa 25 pesos e muita panturrilha!




De lá a gente foi ao Shopping Punta Carretas, jantamos por lá mesmo e voltamos pro hotel!

Do que vi até agora, achei Montevideo linda, arquitetura impressionante, achei bem menos suja do que me falaram que seria e bem mais cara do que me falaram também!

Amanhã vai ser dia de visitar a vinícola e conhecer Pocitos!!!! To animadaaaaa!!!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

POA - Punta del Leste - Montevideo 05/06/16

Segundo dia de viagem e estou animadíssima! Principalmente porque já superamos um dos trechos mais longo de estrada. Foi bem cansativo vir de POA até aqui.... Acordamos supercedo (5h) e chegamos no hotel quase 21h. A estrada é um retão só, ideal para colocar no piloto automático, descansar o pé do acelerador e aproveitar a paisagem. São muitas pastagem e céus cinematográficos para se ver. Foi legal ver também a quantidade de aerogeradores que tem por ali (ainda no Brasil) meio ambiente agradece!!!




Uma amostra das paisagens que vimos

Aerogerador




Como percebemos que o valor do combustível estava subindo conforme a gente se aproximava da fronteira paramos abastecer na cidade de Rio Grande e depois completamos do Chuí.


Não tivemos nenhum problema na aduana, foi muito tranquilo. Nos pediram a carta verde (parece que nem sempre é pedido mas a gente precisou apresentar) e a carteira de motorista do condutor e o documento do carro (eles verificam se o proprietário é o condutor). Aqui vai um Comentário do fiscal fa Aduana: quando apresentamos a permissão internacional para dirigir ele riu e disse " isso não vale nada, só a carteira de motorista original tem valor. Isso é só pra ganharem dinheiro. Pelo sim, ou pelo não, a gente tava preparado e deu tudo certo.

Família na fronteira Brasil/Uruguai
Chegamos em Punta del Leste quase 17h e tinha acabado de chover. Nos apressamos para ver o Monumento Los Dedos (A Mão) antes de anoitecer e digo pra vocês que não tinha nenhuma sinalização para ajudar a gente a se localizar (estamos sem 3G aqui, obrigada TIM e VIVO pelo absurdo dos R$ 29,90 por dia do roaming de dados :-/). Procuramos a beira mar e seguimos as placas que indicavam a península e deu tudo certo. Durante s procura observamos várias casas muito legais, sem muros e com jardins lindos! Que delícia deve ser ter uma casa aqui, as ruas eram conservadas sem asfalto!!!

O pequeno Elcio

Prédios da Beira Mar de Punta

Antes de sair de punta a gente quis parar para tomar um café. Meus sogros gostaram do lugar e foram logo pedindo. Eu e o Elcio paramos para olhar o cardápio antes de pedir. Gente, os valores eram absurdos. Quando descobri isso já era tarde e meus sogros não puderam cancelar o pedido. Pra vocês imaginarem foram 160 reais por 2 pedaços de torta salgada (espinafre e frango) e 1 doce mil folhas. Sem bebidas. Isso mesmo, 160 temers e sem bebidas. Já deu pra ver que o custo de alimentação aqui vai ser bem alto :-/. Na saída de Punta nos pararam numa blitz, mas tava tudo ok e seguimos em frente!

Aqui em Montevideo estamos hospedados no Hotel Lafayette que fica bem perto dos passeios que faremos amanhã!

Jantamos no burguer king na certeza que gastaríamos pouco mas, genteeeeeee!!!! 2 cheeseburguers duplo no combo deu 80 mangos (reais). Passamos no mercadinho fazer a feira pra economizar mas comidas de amanhã. Quedelhe os pfs desse lugar? Socorro!!!!

Amanhã faremos a parte histórica da cidade e tem tudo pra ser bem legal!!!! Não achem que eu me decepcionei por conta do custo da comida não!!!!! Bóra lá desbravar Montevideo!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Férias de junho de 2016 - fomos para o sul!!!

Tudo decido e programado de última hora, no fim de maio decidimos fazer uma viagem "modesta para tempos de crise" para o sul!!!! Quem conhece o Elcio sabe o quanto ele não gosta do frio, ainda sim, com um trabalho em equipe (sogra, sogro e eu) decidimos o roteiro da viagem de férias. Foram 10 dias preparados para gente descansar a cabeça dos problemas e dos últimos acontecimentos familiares. Partiu sul do mundo!!!! Caímos na estrada com o objetivo de ir até Montevideo e de lá atravessar para Buenos Aires de barco. Ainda nāo sabíamos se daria tudo certo mas nos preparamos e nos organizamos para.

Escrevo este primeiro post exatamente no primeiro dia de viagem, 04/06/16. Não a postar neste mesmo dia porque não trouxemos o computador e daqui eu não consigo anexar fotos. Vou deixar para terminar os posts em Curitiba, mas vou tentar escrever dia a dia porque eu acho que as informações ficam mais frescas na minha memória e o texto fica melhor (ou não).

Saímos de Curitiba 7h40 da manhã e tocamos pra Porto Alegre pela BR 101. Decidimos isso hoje mesmo e a decisão foi pela segurança. A BR116 é mais bonita mas não está toda duplicada. Talvez a gente volte por ali e aumente em 1 dia a viagem... Ainda não resolvemos.

O primeiro trecho da viagem (CWB/POA) viagem foi megatranquilo e com poucas paradas. Trouxemos farofa completa com direito a pastel e cueca virada feitos pela minha sogra e sanduíches que eu fiz! Não gastamos com almoço, apenas pedágio, combustível e um café que tomamos já aqui no Rio Grande! Tá tudo no programado.



Nos hospedamos no Intercity novamente. Gente, to in love com esta rede de hotéis. Conseguimos preços ótimos e a estrutura é muito boa! É a terceira cidade diferente que me hospedo na rede e não decepciona!!!! Muito bom!!!

Animação que contagia!


No jantar fomos à Cantina Monte Polino e não valeu a pena. A cantina não estava servindo pizza (como assim???) e o parmegiana que pedimos não agradou.... só o couvert que era bem gostosinho!!!!!


Amanhã a meta é conhecer Punta del Leste e já dormir em Montevideo. Vamo que vamo que tá só no começo!!!!

domingo, 5 de junho de 2016

As pessoas que eu mais amo no mundo reunidas na Cave Colinas de Pedra

Gente, domingo passado (29/05) foi um dia pra lá de especial. No aniver do meu pai deste ano a gente escolheu dar pra ele um dia diferente com direito a almoço especial e degustação de espumantes na Cave Colinas de Pedra. 1 mês e 10 dias depois do aniversário oficial a gente conseguiu reunir todo mundo, e partimos pra Piraquara!!!

Primeiro eu gostaria de falar dos preparativos. A parada é sem igual, desde a facilidade de reservar nossos lugares no site da cave até a atenção mais que especial do Rafaelle que atendeu a todas as minha ligações e whats pedindo um menu especial sem gluten, sem lactose especial para o meu pai.

Chegamos em Piraquara perto de 13h e ficamos por alguns instantes aguardando pela minha irmã. Logo no primeiro contato deu pra ver o quanto seria bom passar o dia ali, o lugar é lindo demais, Muito bem cuidado. Mesmo numa manhã chuvosa deu pra aproveitar bastante!

Aproveitamos este tempinho inicial para visitar o vagão de litorina que está estacionado lá. Nesse momento foi só uma visitinha rápida mas, depois do almoço, aproveitei demais ali pra brincar com a Isa de restaurante imaginário, eu pegava o menu, pedia o prato e lá vinha ela, toda queridinha, me servir!


14h e o almoço estava servido. Começamos por uma mesa deliciosa de queijos e pães, como mini saladinhas sensacionais. Amamos o ceviche de manga e a mini sopinha de capeletti. Tudo com uma apresentação impecável! Tudo preparado pela própria mãe do Rafaelle. Todas as comidas eram servidas no buffet em mini travessinhas, ramekins e panelinhas. Uma Graça! Tinha ragu com polenta, moqueca, batata gratinada e o destaque especial foi para o barreado, tava sensacional!!!

Na foto o vinho chileno que tomamos no almoço!

Esqueci de comentar que o almoço é servido numa antiga e charmosa estação de trem! De estômago cheio, era hora de bater o sino (foi a Isinha que bateu) e partir pra visitação da Cave.


Bom, a cave fica dentro de um túnel de trem desativado. Todas as garrafas armazenadas não precisam de refrigeração (o que faz do lugar único). As condições de umidade e temperatura do túnel são perfeitas para isso. O espumante é produzido no Rio Grande do sul, na cave é feita a guarda e a maturação dos espumantes. O Sr. Ari Portugal (pai do Rafaelle e fundador do local) fez da nossa visita guiada um momento tão gostoso que peguei meu pai, por diversas vezes, desejando que o Seu Alfredo (meu vozinho que já está no céu) estivesse ali conosco aproveitando o bom papo do Seu Ari (meu vô adorava saber as histórias das coisas e dos lugares). Na real, tenho certeza que ele tava ali com a gente apreciando nosso momento em família!




Terminamos a visita degustando 2 tipos diferentes de espumantes. Deliciosos! O espumante é ótimo e superpremiado mas, apreciar ele com as pessoas que eu mais amo no mundo, deixou ele melhor ainda!!!! O gostinho vai ficar pra sempre na memória!!!

Deixo aqui meu agradecimento especial para o Sr. Ari e o Rafaelle por terem nos proporcionado este dia fora da curva!!! Muito obrigada coração!






sábado, 4 de junho de 2016

Ultimo dia e já era hora de voltar pra casa...

O último dia tem sempre uma nostalgia e uma saudade do que se ainda vive...

Nosso ùltimo dia foi básicão... Depois do café e check-out no hotel visitamos a feira hippie que é um ótimo lugar pra se comprar roupas, artigos de bebê, bijus e decoração. A feira fica na Avenida Afonso Pena. Ela é setorizada e bem organizada. Passamos umas boas 2 horas por ali vendo as bancas e comprando umas coisinhas.

Antes de pegar o rumo que nos levaria à confins, paramos no mercado municipal para abastecer nosso estoque de queijo do vale da canastra (eu amo o provolone desidratado), doces na marmitinha (uma graça, em embalada com chita) e cachaças. Fizemos um lanche por lá mesmo, umas carnes com queijo na chapa que são bem comuns em botecos de minas e voltamos pra casa!!!



fotinho da feira

fotinho do mercado municipal


A volta foi bem tranquila e chegamos com certeza de ter aproveitado muito bem os 4 dias de feriado!!!! Já chegamos na fissura de planejar a próxima viagem!!!!! As férias já estão batendo na porta!!!! Vai ter viagem de férias sim, senhor!!!!!


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Panturrilha, história do Brasil e barroco. Chegamos em Ouro Preto

Saímos cedinho de BH, a primeira parada era na MInas da Passagem . Trata-se da maior mina de ouro aberta a visitação do mundo! Está desativada e com muitas galerias submersas são, aproximadamente, 8km de túnel e 2 km estão abertos, o resto esta debaixo d'água. O que aprendemos lá foi incrível.

A gente desceu até a mina num trenzinho superantigo. Dá um medinho mas, logo passa!


A água que alaga as galerias é transparente e existem muitas pessoas que fazem mergulho em caverna por lá.

A visita é barata e é guiada
#nãoesqueçamariana


Saindo da mina, voltamos até Ouro Preto. Já na entrada deu pra perceber a dificuldade que teríamos para circular de carro por lá. Não tinha local para estacionar na rua e nem estacionamento. Como eu havia estado lá com ônibus de turismo, nem me liguem disso e a gente se bateu bastante. Paramos numa ladeira de chorar,,, foi uma subida tão grande, tão grande que a minha sogra não queria nem subir a escadaria do Museu da Inconfidência.


Na saída do museu tentamos visitar a Igreja de São Francisco de Assis (é a que tem o maior número de obras do Aleijadinho) mas estava fechada e só reabriria 13h30 então optamos por parar para almoçar (comemos um PF irado a moda mineira com tutu de feijão e tudo mais por 15 pilas) e seguimos para Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Bélissima.





Na descida visitamos a Igreja de São Francisco e já na entrada (na compra dos ingressos) descobri que as obras do Museu do Aleijadinho estavam todas dentro da Igreja porque o Museu estava em reforma. Isso foi bom porque nos economizou uma pernada e tanto!!!!!!!!!


As obras entalhadas e as pinturas são impressionantes. Nem tudo está supercuidado mas, ainda assim, vale demais a pena.

pra baixo era pura alegriaaa! 


Por fim, visitamos a feirinha de pedra sabão que é o melhor lugar pra comprar lembracinhas. Também paramos no Museu Casa dos Contos que, numa casa colonial bem conservada, mostra a evolução das cédulas de dinheiro e tem uma senzala aberta para visitas gratuitas. E, por último, caminhamos até a casa do Tiradentes que fica onde hoje está sediada a Associação Comercial.

Na volta pra BH jantamos numa hamburgueria muito boa: A Jacks Big Burger. Vi indicação dela na internet e resolvemos arriscar. Valeu demais! A comida não era cara e os hambúrgueres eram deliciosos. Cardápio e comunicação visual sensacionais. Cheio de personagens e histórias.


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Sobre Inhotim e a sementinha que nasceu em mim...

Não, eu não to grávida mãe. Eu coloquei este título porque Inhotim despertou em mim um orgulho cultural brasileiro que eu não tinha. Agora carrego isso em mim e também planto esta sementinha nas pessoas que se interessam por conhecer este pedacinho de Brasil abençoado pelo Senhor das Artes.

Qualquer coisa que eu possa querer te explicar sobre as galerias e obras que eu vi será pouco e raso. Então vou levar o post pra outro rumo. Eu tenho uma mania de aproximar tudo que não conheço com outras referências de coisas que eu ja visitei/fui/experimente. Juro que fui esperando uma Bienal Internacional de Artes de SP a céu aberto. Eu curto Bienal, mas sempre fomos no fazendo bate e volta e fica a visita fica muito cansativa. Chega uma hora que você não quer ver mais nada. Aí eu já fico torcendo pra encontrar na próxima sala uma rede/puff/cadeira boa pra ficar descansando um pouco entre uma projeção e outra :-/. Ainda bem que meu banco de referências estava errado sobre Inhotim. No fim do dia eu queria mais. Um dia pra Inhotim é, realmente, muito pouco. Tinham me avisado mas, se bienal dava pra fazer em um dia porque ao ar livre com carrinho prá lá e prá cá não daria, neam?

Arte + paisagens + natureza + infra de primeira + Obras impressionantes (o som da Terra é foda demais, por sinal) + interferência da arte na natureza + você vivendo isso tudo = Inhotim = <3.

Saímos de BH 9h, chegamos no Parque quase 11h. O parque fecha cedo - 17h30. Deu tempo de fazer as galerias do miolo amarelo, metade do trecho rosa e umas 3 galerias do laranja. Veja os trajetos no mapa.


Pegamos um carrinho para circular pelo parque, foi bem útil afinal a gente tinha pouco tempo para fazer tudo!


Esse caleidoscópio é sensacional!

é aqui dentro que se pode ouvir o som da terra!



Acho que, dificilmente eu teria investido numa viagem para conhecer Inhotim, até porque a parte histórica e a capital de minas eu já conhecia. Mas sou muito grata pelo destino ter me colocado ali. Naquele dia, com o céu lindo que estava. Se eu consegui plantar a sementinha de Inhotim em você, não deixa só por conta do destino. Vá conhecer e viver Inhotim!!!!!

Erros que cometemos e te aviso aqui pra você não cometer também:

Chegue na hora que o parque abre para aproveitar ao máximo o dia.
Evite filas, compre seu ingresso aqui. Vacilamos e ficamos por 1h na fila para entrar.
Não fique só um dia!!! Pelo menos 2 pra ver (ainda que sem poder repetir nada) tudo!!!
Leve comida (novamente gente, eu sou farofa). Ficamos cerca de 1h30 na fila para lanchar uma pizza. Tem bons restaurantes no parque mas são caros e alguns, em dias de movimento como o feriado que fomos, tem até fila para fazer reserva!


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Primeiro dia do feriado - Um pouquinho de BH

Chegamos e já era hora do almoço. Não perdemos tempo, logo pegamos o carro locado, fizemos check-in no hotel e comemos um lanche no Subway. Sou daquelas que, durante viagens, faz 1 única refeição com qualidade. Assim não perdemos tempo parando para comer e economizamos!

Lanche feito partimos para o primeiro e mais que obrigatório cartão postal da capital mineira: A Pampulha. Foi bem fácil de chegar mas nos atrapalhamos um pouco para estacionar. Levamos azar de ter um porque de diversões bem na frente do Parque Ecológico da Pampulha, paramos o carro um pouco longe, o "guardinha de rua" nos cobrou 15 pilas pela vaga (affff) e ainda tivemos que subir uma ladeira enorme na volta.

A Pampulha é linda. Mas a Igreja.... a igreja é demais.

Painéis de Portinari + arquitetura do Niemeyer + jardins do Burle Max é uma combinação e tanto. É de se parar de respirar pra observar. Só indo pra saber o que é o combo desse trio. Uma igreja pequena e charmosa. Cheia de detalhes e histórias. Fantástica.

Igreja de São Francisco de Assis - Panpulha

Lógico que eu fiz selfie com o São Chiquinho que eu amooooo!!!!!

Painel em bronze do Ceschiatti








Vista da lagoa da Pampulha

Fim de passeio, nos dirigimos ao centro do BH, passamos pelo famoso Edifício Niemeyer na Praça da Liberdade e ali mesmo paramos para conhecer alguns museus.

Abre parênteses. Gente, eu sou muito acostumada com Curitiba, aqui a gente para em estacionamento ou na rua em tudo quanto é lugar. Em BH não é assim, estacionamentos são raros. É difícil achar lugar na rua, a gente deu voltas e voltas para conseguir estacionar. Além do incomodo, tem também a insegurança de deixar o carro parado na rua. A gente sabe dos golpes das locadoras de veículos e fica sempre com um pé atrás. Paramos o carro aonde deu e seguimos com fé que Deus ia olhar o carro por nós.

Visitamos, primeiramente, o MM Gerdau, que é o museu das minas e do metal. É de graça e o museu é bem ok. Não vi nada de sensacional mas era mais ou menos o que eu imaginava que seria. Muito conteúdo interativo e informações sobre elementos químicos, minerais, vi pedras que eu nunca tinha visto, muita coisa preciosa e muito sobre o processo de mineração. Posso dizer que achei bem interessante mas não tá na categoria imperdível.


Sim, somos poeira de estrelas!!!!!!




Elcio tava tranquilão no pé direito favorável do ambiente, a porta parecia feita pra ele!

O lustre atrapalha mas a pintura e os detalhes no teto eram lindos.

Esta escadaria é linda mas está inativa.




Também visitamos o Memorial da Vale. Achei o espaço mais legal do que o da Gerdau. Acho que o assunto me interessava mais. Até porque eu tenho uma quedinha por artistas mineiros. Aí você junta o Sebastião Salgado, o Guimarães Rosa, o Carlos Drummond num lugar só e não quer que eu goste? No Memorial também tem muito conteúdo sobre a história de minas, as tradições, o barroco e outras coisitas más. Esse valeu bem mais!

Cada vez que olho uma imagem do Salgado vejo uma luz diferente que eu não tinha reparado antes, uma textura, as imagens tem uma profundidade e um sentimento inexplicável.

Drummond.

Reparem que a escada está com umas estruturas de sustentação... não sei se é reforma ou por problemas estruturais



Faltou dizer que a entrada para os o Memorial da Vale também é grátis. Os museus ficam abertos até 22h.

Terminado este passeio já era meio tarde e acabamos jantamos no shopping mesmo no Diamond Mall e voltamos para o hotel descansar afinal, no dia seguinte eu ia conhecer o tão esperado Inhotim <3.