A gente desceu até a mina num trenzinho superantigo. Dá um medinho mas, logo passa!
| A água que alaga as galerias é transparente e existem muitas pessoas que fazem mergulho em caverna por lá. |
| A visita é barata e é guiada |
| #nãoesqueçamariana |
Na saída do museu tentamos visitar a Igreja de São Francisco de Assis (é a que tem o maior número de obras do Aleijadinho) mas estava fechada e só reabriria 13h30 então optamos por parar para almoçar (comemos um PF irado a moda mineira com tutu de feijão e tudo mais por 15 pilas) e seguimos para Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Bélissima.
Na descida visitamos a Igreja de São Francisco e já na entrada (na compra dos ingressos) descobri que as obras do Museu do Aleijadinho estavam todas dentro da Igreja porque o Museu estava em reforma. Isso foi bom porque nos economizou uma pernada e tanto!!!!!!!!!
As obras entalhadas e as pinturas são impressionantes. Nem tudo está supercuidado mas, ainda assim, vale demais a pena.
| pra baixo era pura alegriaaa! |
Por fim, visitamos a feirinha de pedra sabão que é o melhor lugar pra comprar lembracinhas. Também paramos no Museu Casa dos Contos que, numa casa colonial bem conservada, mostra a evolução das cédulas de dinheiro e tem uma senzala aberta para visitas gratuitas. E, por último, caminhamos até a casa do Tiradentes que fica onde hoje está sediada a Associação Comercial.
Na volta pra BH jantamos numa hamburgueria muito boa: A Jacks Big Burger. Vi indicação dela na internet e resolvemos arriscar. Valeu demais! A comida não era cara e os hambúrgueres eram deliciosos. Cardápio e comunicação visual sensacionais. Cheio de personagens e histórias.
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