quinta-feira, 26 de maio de 2016

Primeiro dia do feriado - Um pouquinho de BH

Chegamos e já era hora do almoço. Não perdemos tempo, logo pegamos o carro locado, fizemos check-in no hotel e comemos um lanche no Subway. Sou daquelas que, durante viagens, faz 1 única refeição com qualidade. Assim não perdemos tempo parando para comer e economizamos!

Lanche feito partimos para o primeiro e mais que obrigatório cartão postal da capital mineira: A Pampulha. Foi bem fácil de chegar mas nos atrapalhamos um pouco para estacionar. Levamos azar de ter um porque de diversões bem na frente do Parque Ecológico da Pampulha, paramos o carro um pouco longe, o "guardinha de rua" nos cobrou 15 pilas pela vaga (affff) e ainda tivemos que subir uma ladeira enorme na volta.

A Pampulha é linda. Mas a Igreja.... a igreja é demais.

Painéis de Portinari + arquitetura do Niemeyer + jardins do Burle Max é uma combinação e tanto. É de se parar de respirar pra observar. Só indo pra saber o que é o combo desse trio. Uma igreja pequena e charmosa. Cheia de detalhes e histórias. Fantástica.

Igreja de São Francisco de Assis - Panpulha

Lógico que eu fiz selfie com o São Chiquinho que eu amooooo!!!!!

Painel em bronze do Ceschiatti








Vista da lagoa da Pampulha

Fim de passeio, nos dirigimos ao centro do BH, passamos pelo famoso Edifício Niemeyer na Praça da Liberdade e ali mesmo paramos para conhecer alguns museus.

Abre parênteses. Gente, eu sou muito acostumada com Curitiba, aqui a gente para em estacionamento ou na rua em tudo quanto é lugar. Em BH não é assim, estacionamentos são raros. É difícil achar lugar na rua, a gente deu voltas e voltas para conseguir estacionar. Além do incomodo, tem também a insegurança de deixar o carro parado na rua. A gente sabe dos golpes das locadoras de veículos e fica sempre com um pé atrás. Paramos o carro aonde deu e seguimos com fé que Deus ia olhar o carro por nós.

Visitamos, primeiramente, o MM Gerdau, que é o museu das minas e do metal. É de graça e o museu é bem ok. Não vi nada de sensacional mas era mais ou menos o que eu imaginava que seria. Muito conteúdo interativo e informações sobre elementos químicos, minerais, vi pedras que eu nunca tinha visto, muita coisa preciosa e muito sobre o processo de mineração. Posso dizer que achei bem interessante mas não tá na categoria imperdível.


Sim, somos poeira de estrelas!!!!!!




Elcio tava tranquilão no pé direito favorável do ambiente, a porta parecia feita pra ele!

O lustre atrapalha mas a pintura e os detalhes no teto eram lindos.

Esta escadaria é linda mas está inativa.




Também visitamos o Memorial da Vale. Achei o espaço mais legal do que o da Gerdau. Acho que o assunto me interessava mais. Até porque eu tenho uma quedinha por artistas mineiros. Aí você junta o Sebastião Salgado, o Guimarães Rosa, o Carlos Drummond num lugar só e não quer que eu goste? No Memorial também tem muito conteúdo sobre a história de minas, as tradições, o barroco e outras coisitas más. Esse valeu bem mais!

Cada vez que olho uma imagem do Salgado vejo uma luz diferente que eu não tinha reparado antes, uma textura, as imagens tem uma profundidade e um sentimento inexplicável.

Drummond.

Reparem que a escada está com umas estruturas de sustentação... não sei se é reforma ou por problemas estruturais



Faltou dizer que a entrada para os o Memorial da Vale também é grátis. Os museus ficam abertos até 22h.

Terminado este passeio já era meio tarde e acabamos jantamos no shopping mesmo no Diamond Mall e voltamos para o hotel descansar afinal, no dia seguinte eu ia conhecer o tão esperado Inhotim <3.

domingo, 8 de maio de 2016

Feriado de Tiradentes em Minas, a gente foi!

Trocamos as passagens de Brasília que nos levariam para ver a fórmula indy (que foi cancelada) por passagens para o melhor custo/benefício de destino brasileiro que a gente encontrou no caminho: Belo Horizonte. Unimos o que interessava à todos os tripulantes da viagem e partimos!

A ideia inicial era fazer uma BH econômica em apenas 1 dia, passar um dia em Inhotim (passeio que eu mais queria) e 1 dias em Ouro Preto (que, assim como BH e Sabará, eu já conhecia). Criamos asas e partimos!

A gente chegou em BH na hora do almoço na quinta do feriado (dia 21), ficamos 3 dias hospedados em Béoxontchi indo e voltando dos passeios todos os dias. Nesse primeiro post vou contar um pouco da parte estrutural da viagem, nos próximos posts vou detalhar melhor os passeios de cada dia.

A hospedagem foi no Intercity que a gente tinha gostado muito de ficar quando fomos a Petrópolis,  resolvemos repetir a experiência e foi um sucesso! Hotel bem localizado, com excelente café da manhã e quartos muito bons. A gente gostou tanto que na viagem de férias (sim, vai ter férias) a gente vai se hospedar na rede novamente! Vale o preço (não é caro)!

Outra escolha muito acertada foi termos optado por locar um carro para os 3 dias. Éramos 4 adultos, ficar de van pra lá e pra cá ia sair muito caro! Foi a primeira vez que a gente locou carro para passear nas viagens e a experiência foi ótima! Economizamos e pudemos fazer mais coisas do que a gente imaginava!

Desta vez, não tive muito tempo para estudar as cidades antes de ir. Confiei no que eu lembrava de BH e Ouro Preto, separei umas coisas na noite anterior e me deixei levar. Não deu nada de errado por um motivo simples: usei o pouco tempo que eu tive para me certificar dos horários e dias de funcionamento de cada uma das atividades que coloquei no nosso roteiro. Sim, eu faço roteiro (neste caso, usei 3 folhas de papel, anotadas a lápis, separei em manhã e tarde e  fui preenchendo os quadradinhos com as atividades). Em 1 hora, eu tinha um mini roteiro com horários, distâncias e endereços que seriam necessários para a viagem. Isso foi o que evitou a nossa frustração de não poder fazer alguma coisa e nos organizou melhor!

Outra coisa básica que fiz foi, a cada noite, repassar o roteiro do dia seguinte no hotel e organizar com a família os horários de café da manhã e afins.

Foi massa, valeu ter ido! Pra quem quiser saber detalhes de cada dia desse feriadim mineirim sugiro que acompanhe os posts que seguirão. Não prometo data de postagem porque a pauta tá cheia! Mas, garanto pra vocês que será postado. O blog, na real, é um registro meu das coisas que fizemos e como fizemos. Gosto de relembrar os lugares e os detalhes que registro aqui. A memória, nem sempre, ajuda e ter tudo aqui me dá até um alívio! Não só pelo doce de leite, não só pelo queijo do vale da canastra. Minas vale pela história, pela luta, pelo Brasil. Minas vale!

Eu e a família Schnitzler. A gente foi feliz em Minas!