Chegamos e já era hora do almoço. Não perdemos tempo, logo pegamos o carro locado, fizemos check-in no hotel e comemos um lanche no Subway. Sou daquelas que, durante viagens, faz 1 única refeição com qualidade. Assim não perdemos tempo parando para comer e economizamos!
Lanche feito partimos para o primeiro e mais que obrigatório cartão postal da capital mineira: A Pampulha. Foi bem fácil de chegar mas nos atrapalhamos um pouco para estacionar. Levamos azar de ter um porque de diversões bem na frente do Parque Ecológico da Pampulha, paramos o carro um pouco longe, o "guardinha de rua" nos cobrou 15 pilas pela vaga (affff) e ainda tivemos que subir uma ladeira enorme na volta.
A Pampulha é linda. Mas a Igreja.... a igreja é demais.
Painéis de Portinari + arquitetura do Niemeyer + jardins do Burle Max é uma combinação e tanto. É de se parar de respirar pra observar. Só indo pra saber o que é o combo desse trio. Uma igreja pequena e charmosa. Cheia de detalhes e histórias. Fantástica.
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| Igreja de São Francisco de Assis - Panpulha |
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| Lógico que eu fiz selfie com o São Chiquinho que eu amooooo!!!!! |
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| Painel em bronze do Ceschiatti |
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| Vista da lagoa da Pampulha |
Fim de passeio, nos dirigimos ao centro do BH, passamos pelo famoso Edifício Niemeyer na Praça da Liberdade e ali mesmo paramos para conhecer alguns museus.
Abre parênteses. Gente, eu sou muito acostumada com Curitiba, aqui a gente para em estacionamento ou na rua em tudo quanto é lugar. Em BH não é assim, estacionamentos são raros. É difícil achar lugar na rua, a gente deu voltas e voltas para conseguir estacionar. Além do incomodo, tem também a insegurança de deixar o carro parado na rua. A gente sabe dos golpes das locadoras de veículos e fica sempre com um pé atrás. Paramos o carro aonde deu e seguimos com fé que Deus ia olhar o carro por nós.
Visitamos, primeiramente, o
MM Gerdau, que é o museu das minas e do metal. É de graça e o museu é bem ok. Não vi nada de sensacional mas era mais ou menos o que eu imaginava que seria. Muito conteúdo interativo e informações sobre elementos químicos, minerais, vi pedras que eu nunca tinha visto, muita coisa preciosa e muito sobre o processo de mineração. Posso dizer que achei bem interessante mas não tá na categoria imperdível.
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| Sim, somos poeira de estrelas!!!!!! |
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| Elcio tava tranquilão no pé direito favorável do ambiente, a porta parecia feita pra ele! |
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| O lustre atrapalha mas a pintura e os detalhes no teto eram lindos. |
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| Esta escadaria é linda mas está inativa. |
Também visitamos o
Memorial da Vale. Achei o espaço mais legal do que o da Gerdau. Acho que o assunto me interessava mais. Até porque eu tenho uma quedinha por artistas mineiros. Aí você junta o Sebastião Salgado, o Guimarães Rosa, o Carlos Drummond num lugar só e não quer que eu goste? No Memorial também tem muito conteúdo sobre a história de minas, as tradições, o barroco e outras coisitas más. Esse valeu bem mais!
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| Cada vez que olho uma imagem do Salgado vejo uma luz diferente que eu não tinha reparado antes, uma textura, as imagens tem uma profundidade e um sentimento inexplicável. |
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| Drummond. |
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| Reparem que a escada está com umas estruturas de sustentação... não sei se é reforma ou por problemas estruturais |
Faltou dizer que a entrada para os o Memorial da Vale também é grátis. Os museus ficam abertos até 22h.
Terminado este passeio já era meio tarde e acabamos jantamos no shopping mesmo no
Diamond Mall e voltamos para o hotel descansar afinal, no dia seguinte eu ia conhecer o tão esperado Inhotim <3.
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